Estávamos tentando escrever um editorial para um jornal, do qual, nossa sala de Cominicação Social- Jornalismo irá lançar semana que vem. Queríamos falar de algo jovem e tínhamos escrito um texto sobre a proibição de festas “open bar” aqui em Votuporanga, porém o texto não ficou muito legal.
Então fui procurar algo jovem e interessante na internet para que fizessemos nosso editorial. Encontrei um artigo científico, que nos deu a ideia de escrever este texto abaixo:
SER DIFERENTE
Os jovens estão sempre em busca do novo, dos seus objetivos, dos sonhos, do “ser diferente”. Eles desejam ser aceitos, venerados e vistos pelo mundo, por isso se tornam membros de tribos, e transformam seu modo de vida e adquirem um estilo: mudando de visual, de comportamento.
Além da pressão realizada por outros adolescentes, a mídia exerce um poder de convencimento através de propagandas publicitárias, que transmitem frases que incitam o irreverente. Assim como, a propaganda da marca Gasoline Jeans vinculada na revista MTV: “Gasoline, igual a você, sempre diferente.” O que gera na cabeça juvenil um conflito entre: “ser o cara” ou “ser mais um”.
Imagens de modelos, atrizes e cantoras mexem com a ideologia feminina jovem, que querem padronizar o modo de se vestir, de se comportar, de andar para serem admiradas. Essa concepção leva essas moças a transtornos alimentares causados por dietas malucas, com a finalidade de apresentar traços idênticos aos das imagens vislumbradas.
A cada minuto, surge uma nova tecnologia, da qual a juventude tenta dominar e adquirir. Essas inovações servem para identificar, tornar excêntrico e qualificar uma pessoa, mediante a sociedade. Em meio a isto, os adolescentes se sentem na condição de tomar uma atitude, fazer uma escolha para não serem impotentes, e impõem aos pais, a compra dessa tecnologia almejada.
Buscar uma identidade, fazer parte de algum grupo e concretizar a esperança depositada, são formas que os jovens encontram para conquistar a autoconfiança, alcançar seus objetivos, conseguir amigos e mostrar que são capazes de lapidar o mundo, da mesma forma que foram lapidados.
Escrito por: Jéssyka Santos e Wender Rodrigues
